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Acidente que “engole” trabalhador em São Paulo deixa desamparados esposa e três filhos em Delmiro Gouveia, no sertão de Alagoas

14-06-2022 - Fonte: Espaço da Cidadania

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O povoado Jardim Cordeiro, situado no município de Delmiro Gouveia, no Sertão de Alagoas, parou para receber o corpo do jovem Pedro Paulo Gomes dos Santos, conhecido como ‘Mega’, que morreu ao ser ‘engolido’ por uma máquina, durante uma manutenção em uma empresa denominada Polimix Ambiental, na cidade de Santana de Parnaíba no Estado de São Paulo.

A família conseguiu fazer o translado do corpo até o aeroporto de Aracaju, de onde seguiu em um carro funerário até a quadra de esportes da comunidade. Na chegada, companheiros de um time de futebol amador (Tabajara), prestaram homenagens com uniformes e bandeiras. O rapaz era um amante do futebol e sempre que estava em sua comunidade participava de torneios e partidas entre amigos.

O velório começou no início da tarde e se estendeu pela noite e madrugada de 16 de novembro, onde foi sepultado no início da manhã no cemitério do Distrito de Barragem Leste.

Pedro Paulo era mais um delmirense que buscava o sustento de sua família no trecho, ele há poucos meses estava na sua terra e foi surpreendido ao ter a sua moto levada por dois criminosos armados, enquanto conversava com familiares e amigos na porta de sua residência. Até hoje, o veículo não foi localizado. Ele deixa uma esposa e três filhos todos com menos de 8 anos. (com informações do Portal Alagoas 24 horas)

Superintendência e MPT assumem compromisso por segurança de trabalhadores de Osasco e região – acidente de Pedro Paulo será investigado 7 meses depois de ocorrido

Durante uma reunião realizada nesta quinta-feira (9), na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região, a Superintendência Regional do Trabalho, o Ministério do Trabalho e o Cerest-OR (Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – Osasco e Região) se comprometeram com questões de fiscalização e prevenção de acidentes e doenças do trabalho.

O acordo marca um capítulo importante na luta por segurança e saúde dos trabalhadores da

região. Entre os compromissos assumidos estão: investigação do MPT sobre as metalúrgicas da região que tiveram vítimas fatais da covid-19, além da fiscalização por parte do Ministério do Trabalho de acidentes relacionados em documento, como o ocorrido numa empresa em Santana de Parnaíba, que “engoliu” e provocou a morte de Pedro Paulo, ocorrida em novembro.

“O que nós queremos é o diálogo e através dele minimizar as mortes e sofrimento dos trabalhadores. Este é o início das ações que vamos realizar daqui para frente com o MTb e MPT”, destacou José Elias de Gois, presidente do Cissor (Conselho Intersindical de Saúde e Seguridade Social de Osasco e Região).

O compromisso foi firmado junto ao Superintendente Regional do Trabalho de São Paulo, Marco Antônio Melchior, e a Procuradora Regional do Trabalho de Barueri, Osasco e Região, Damaris Salvioni.

Melchior disse que está concentrando esforços para manter Osasco com uma Gerência Regional do Trabalho e compartilhou as dificuldades que tem enfrentado em relação a espaço e déficit de servidores. “Estamos fazendo o possível, principalmente aqui em Osasco. A situação é difícil. Por isso estou aqui e estou preparado para ouvir as angústias de vocês. Mas estou aqui para tentarmos encontrar uma solução”, disse.

A criação de um Termo de Cooperação entre sindicatos, Superintendência, MPT e Cerest-OR (Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – Osasco e Região) contra acidentes também foi discutido e será criado em breve.

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Documento intersindical destaca déficit de auditores

“A maior dificuldade é a falta de auditores fiscais, e de concurso público”, enfatizou o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região, Gilberto Almazan (Ratinho). O déficit de auditores fiscais é a principal crítica dos sindicatos. Isto porque, sem fiscalização, a prevenção nos ambientes de trabalho fica prejudicada.

Documento produzido pelos sindicatos e entregue ao Superintendente mostra que “há 26 anos (por volta de 1996), a GRTE/Osasco tinha 27 auditores fiscais. Hoje, diz ter apenas quatro. Destes, três com foco em Legislação Trabalhista e um em Saúde e Segurança do Trabalho, porém exercendo atividades restritas. Isto é, hoje, não existe nenhum auditor para fiscalizar os acidentes na região”.

O mesmo teor do documento foi entregue à Comissão de Direitos Humanos da Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo), nas Federações e nas Centrais Sindicais. Os sindicatos se organizam para levá-lo à Câmara dos Deputados.

Participaram do Encontro representantes de diversas categorias, entre elas: metalúrgicos, comerciários, ferroviários, químicos, frentistas, motoboys, motoristas de transportes, servidores, construção civil, vigilantes, entre outros. Bem como representantes da Abrea e da FeNAdv.

 

 

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